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Entenda a importância da política de segurança da informação na área da saúde

Os meios digitais provocaram inúmeras mudanças na dinâmica da empresas, sobretudo no que diz respeito à armazenagem e transferência das informações. Apesar dos benefícios, essas transformações propiciaram o surgimento de novas formas de violação de dados, como os ciberataques. Por isso, é essencial que as instituições de saúde tenham uma boa política de segurança da informação.

Você sabe o que é política de segurança da informação? Qual a sua importância para as instituições da área da saúde? Como implementá-la em clínicas e hospitais? Confira tudo isso neste post!

O que é política de segurança da informação?

A política de segurança da informação pode ser definida como os objetivos, medidas, metas e princípios de segurança adotados por uma instituição para preservar suas informações contra ameaças virtuais, ou seja, para garantir a sigilosidade, disponibilidade e autenticidade dos dados.

Cabe ressaltar que, após elaborada pela empresa, a política de segurança deve ser registrada, ou seja, documentada, sobretudo para garantir a estrita observância de suas diretrizes por todos os colaboradores.

Além disso, para que a política seja efetiva e os dados da instituição, bem como os de terceiros que com ela se relacionam, sejam preservados, é essencial que todos os gestores participem e apoiem seu processo de implantação.

Qual a sua importância para a área da saúde?

Atualmente, não são raros os casos de violação de dados das instituições de saúde. Em 2016, o Centro Médico Presbiteriano de Saúde de Hollywood foi vítima de um ciberataque e gastou cerca de US$17 mil para recuperar o acesso aos seus dados. Já no Brasil, em 2017, o Hospital do Câncer de Barretos teve inúmeros atendimentos médicos suspensos em razão da ausência de acesso aos sistemas provocada por um ataque de hackers.

Além de afetar a imagem das instituições de saúde e causar grandes prejuízos financeiros, esses ataques colocam em risco a saúde dos pacientes, uma vez que podem interromper o funcionamento de equipamentos, paralisar tratamentos e até mesmo causar a perda ou alteração de dados relevantes.

Diante de tantos riscos, é imprescindível que as clínicas médicas e hospitais adotem políticas de segurança eficazes para garantir a proteção de suas informações (principalmente as de seus pacientes) e, claro, atender às exigências legais.

Como implantá-la na área da saúde?

A estipulação e implantação de uma política de segurança de dados na área da saúde é um processo que demanda muito estudo e planejamento. Confira alguns passos que devem ser observados:

  • planejamento — nessa fase, devem ser levantados todos os dados que precisam ser protegidos e os pontos de vulnerabilidade dos sistemas utilizados pela instituição;
  • elaboração — consiste na delimitação das regras relativas à segurança da informação, por exemplo, as referentes ao uso dos sistemas e internet, à responsabilidade dos colaboradores etc.;
  • documentação — após a delimitação dos objetivos, metas, princípios e regras de segurança da informação, todas as informações devem ser registradas;
  • aprovação — a política deve ser aprovada pelos gestores;
  • aplicação e treinamento — depois da aprovação, a instituição deve realizar treinamentos com todos os colaboradores, com a finalidade de conscientizá-los acerca da importância da observação das medidas de segurança.

Como mostrei neste artigo, a adoção de uma política de segurança da informação pelas instituições da área da saúde é fundamental para garantir a preservação dos dados dos pacientes e, até mesmo, a não interrupção dos serviços. Afinal, os ataques cibernéticos têm se tornado cada vez comuns.

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